EZ Estudio Zurbriggen

Casos reais · dados anonimizados

Quatro casos reais de estrangeiros no Uruguai, com seus números e resultados.

Como cada um chegou, o que o preocupava e como ficou. Cada caso tem a sua combinação: por isso o primeiro passo é sempre um diagnóstico.

Mais de 500 clientes atendidos desde 1993, da Argentina, do Brasil, da Turquia, do Reino Unido, dos Estados Unidos e de outros países. Escritório em La Barra (Punta del Este).

  1. Brasil → Uruguai

    Desenvolvedora de software para clientes no exterior

    ≈ 1%

    carga total projetada sobre USD 300.000 por ano

    Ver caso 01: Ela vai pagar perto de 1% do que fatura
  2. LLC nos EUA → Uruguai

    Casal de profissionais de software

    ≈ 4%

    carga total projetada sobre USD 140.000 por ano

    Ver caso 02: Perto de 4% hoje, sem pagar por uma estrutura que ainda não compensa
  3. Leste Europeu → Uruguai

    Consultor de gestão que recebe em USDT

    Em dia

    desde o primeiro dia, com cada recebimento em cripto respaldado

    Ver caso 03: Recebe em USDT, com cada recebimento respaldado perante a DGI
  4. Europa ocidental → Uruguai

    Casal de aposentados com uma carteira de ações na Europa

    0 %

    imposto uruguaio projetado sobre dividendos, juros e ganhos da carteira

    Ver caso 04: A economia estava na carteira, não onde eles imaginavam

Caso 01 · Do Brasil para o Uruguai

Ela vai pagar perto de 1% do que fatura

Ficha do caso

≈ 1%

carga total projetada sobre um faturamento de USD 300.000 por ano

Ver os detalhes do caso
Origem
Brasil
Atividade
Desenvolvimento de software para clientes no exterior
Carga projetada
USD 3.400/ano
Faturamento
≈ USD 300.000/ano

Caso real · dados anonimizados · projeção

  1. O ponto de partida

    Profissional de software que desenvolve para clientes no exterior e fatura cerca de USD 300.000 por ano. Queria organizar sua atividade no Uruguai, e com esse faturamento cada ponto de imposto pesa.

  2. O que identificamos

    A atividade dela podia ter acesso a um benefício que muda a conta por completo. Mas a forma como ela pensava se organizar não ia permitir aproveitá-lo.

  3. O que fizemos

    Escolhemos com ela a estrutura que permite aproveitar esse benefício dentro da lei. Estamos colocando tudo em funcionamento agora.

  4. Resultado

    Uma carga total projetada de cerca de USD 3.400 por ano: perto de 1% do que fatura, com todos os impostos e contribuições incluídos.

O que mudou

Ela sabe quanto vai pagar por ano antes mesmo de a estrutura começar a funcionar, e pode se planejar com esse número. Manter o benefício exige atenção todos os anos, e disso o escritório cuida.

Cada caso tem a sua combinação. A sua, a gente vê no diagnóstico.

Caso 02 · Empresa nos EUA, avaliando o Uruguai

Perto de 4% hoje, sem pagar por uma estrutura que ainda não compensa

Ficha do caso

≈ 4%

carga total projetada sobre um faturamento de USD 140.000 por ano

Ver os detalhes do caso
Origem
País vizinho, com uma LLC nos EUA
Atividade
Software para clientes nos Estados Unidos
Carga projetada
USD 5.700/ano
Faturamento
≈ USD 140.000/ano

Caso real · dados anonimizados · projeção

  1. O ponto de partida

    Um casal de profissionais de software, morando em um país vizinho, fatura para clientes nos Estados Unidos por meio de uma LLC constituída lá. O negócio fatura cerca de USD 140.000 por ano. Avaliavam levar a operação para o Uruguai e queriam saber o que montar.

  2. O que identificamos

    Com a operação como está hoje, o benefício mais atraente ainda não estava ao alcance deles. Montar agora uma estrutura mais complexa somaria custos e burocracia, mas não economia.

  3. O que fizemos

    Recomendamos não ter pressa: começar com a estrutura adequada ao tamanho atual do negócio e voltar ao benefício quando a operação crescer no Uruguai.

  4. Resultado

    Uma carga total projetada de cerca de USD 5.700 por ano, perto de 4% do que o negócio fatura, sem pagar por uma estrutura que ainda não compensa.

O que mudou

Decidem com números reais, não com uma promessa. Pagam pouco hoje, e o escritório verifica todo ano se já é hora de dar o próximo passo.

Cada caso tem a sua combinação, e nem sempre a melhor é a mais ambiciosa. A sua, a gente vê no diagnóstico.

Caso 03 · Consultoria desde o exterior, recebimentos em USDT

Recebe em USDT, com cada recebimento respaldado perante a DGI

Ficha do caso

Em dia

desde o primeiro dia, com cada recebimento respaldado e acompanhamento mensal

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Origem
Leste Europeu
Atividade
Consultoria de gestão para PMEs do exterior
Recebimentos
Em USDT
Acompanhamento
Mensal

Caso real · dados anonimizados

  1. O ponto de partida

    Consultor de gestão e estratégia para pequenas e médias empresas do exterior, que se instalou no Uruguai vindo do Leste Europeu para se radicar. Trabalha sozinho, sem sócios nem funcionários, e recebe em USDT. Ainda não tinha cédula uruguaia e a residência legal estava em andamento.

  2. O que identificamos

    A atividade dele não se encaixava nos benefícios que costumam ser citados para quem trabalha do Uruguai para o exterior. E, sem um registro organizado, cada recebimento em cripto podia virar uma pergunta difícil de responder perante a DGI.

  3. O que fizemos

    Encontramos o enquadramento que era o dele desde o primeiro dia, sem forçar um benefício que não lhe cabia. E montamos um protocolo para que cada recebimento em USDT fique respaldado perante a DGI.

  4. Resultado

    Depois da análise pontual, seguiu com o escritório como cliente mensal: as obrigações de cada mês ficam por nossa conta.

O que mudou

Recebe em cripto sem a dúvida de se cada entrada vai resistir a uma fiscalização, e tem com quem falar sempre que a situação dele muda.

Cada caso tem a sua combinação, inclusive quando se recebe em cripto. A sua, a gente vê no diagnóstico.

Caso 04 · Aposentados com investimentos no exterior

A economia estava na carteira, não onde eles imaginavam

Ficha do caso

0 %

imposto uruguaio projetado sobre dividendos, juros e ganhos da carteira, enquanto as condições forem cumpridas

Ver os detalhes do caso
Origem
Europa ocidental
Situação
Aposentados, com uma carteira de ações na Europa
Situação
A residência fiscal ainda não começou

Caso real · dados anonimizados · projeção

  1. O ponto de partida

    Um casal de aposentados da Europa ocidental que se muda para o Uruguai para ficar. Vivem das aposentadorias do seu país e têm uma carteira de ações na Europa. Chegam no fim do ano e queriam decidir a mudança com os números claros.

  2. O que identificamos

    Duas coisas que mudavam a decisão. Um detalhe de calendário que, mal resolvido, podia deixá-los de fora do benefício. E a economia não estava onde eles esperavam.

  3. O que fizemos

    Um relatório que diz a cada um desde quando e como ter acesso ao benefício sem precisar fazer investimentos, e como vai ser tributado no Uruguai tudo o que recebem e o que um dia venderem da carteira.

  4. Resultado

    Se mantiverem as condições a cada ano, os dividendos, os juros e os ganhos futuros da carteira não pagam imposto de renda no Uruguai enquanto durar o benefício. É uma projeção: a residência fiscal deles ainda não começou.

O que mudou

Decidiram a mudança sabendo que parte da renda fica livre de imposto no Uruguai e que parte não, sem surpresas depois de se instalar. As condições precisam ser mantidas ano a ano, e o escritório acompanha isso com eles.

Cada caso tem a sua combinação, e numa mudança vale a pena vê-la antes de viajar. A sua, a gente vê no diagnóstico.

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